3.07.2009
O ‘algo a mais’ do Marketing Presencial
O ‘Marketing Experiencial’ permite que o cliente viva a sensação que o produto pode provocar. Para Bernd Schmitt, criador do conceito, sentir, ver, tocar, ouvir, são sensações que marcam com muito mais força do que a simples apresentação tradicional dos benefícios e características de um produto. O Marketing Experiencial, portanto, supõe que o cliente não é só racional, mas também emocional.
A idéia é que quanto mais pontos de sensações forem trabalhados na comunicação, maior será o número de memórias ativadas e, conseqüentemente, mais forte será a adesão do consumidor à marca. O branding sensorial permite criar um compromisso emocional com o consumidor, gerar uma equivalência entre percepção e realidade e construir uma marca diferenciada.
Não raramento, hoje, como conseqüência do marketing tradicional, os consumidores tendem a evitar as mensagens. Opostamente a essa realidade, o Marketing Experiencial apresenta uma situação em que o consumidor escolhe participar sem identificar, conscientemente, a necessidade daquela marca ou daquele produto.
Assim, o conceito (baseado em pilares como sentir, interiorizar, pensar, agir e relacionar), parte do princípio de que a comunicação interativa em detrimento da persuasão passiva é um elemento valioso na construção e na manutenção da relação de marca entre consumidores, reforçando imagem, relevância, valor, e gantindo o ‘algo a mais’ do marketing presencial.